Quando o tratamento falha, o casal pode enfrentar situações de mal-estar.
É comum um casal revelar que está fazendo tratamento para engravidar, mas, após algumas tentativas frustradas, omitir o assunto. Eles temem ser pressionados demais. É comum observar casais que há anos sofrem por não engravidar e por se sentir pressionados por parentes e amigos, situação que cria um grande mal estar. A cada nova inseminação que não vinga, o casal sente, novamente, o quanto a curiosidade alheia incomoda.
Para estes casos, a melhor conduta é retomar o tratamento de fertilidade, sem alarde. É possível dividir dúvidas e angústias com o companheiro ou com um profissional especializado no atendimento psicológico a casais que enfrentam problemas para engravidar. A maioria das clínicas conta com esta estrutura multidisciplinar.
Por segurança e autopreservação, os casais que já passaram por vários procedimentos para engravidar só costumam revelar aos familiares e aos amigos "a boa nova", depois que o ultra-som confirma a gravidez.
Outro motivo que faz os casais esconderem a ajuda da ciência para engravidar é preservar a intimidade familiar. Por isso, não cabe julgar a preferência pelo anonimato. A decisão de contar ou não o modo como o filho foi concebido é, acima de tudo, pessoal. A reprodução assistida, embora seja condenada por muitos, não seja aceita por algumas religiões, não é um erro, não é uma atitude ilegal. Ninguém precisa se sentir culpado. Cabe apenas ao casal decidir os rumos que deseja dar a nova família que está em formação.
Para facilitar este processo, aceitar a limitação do corpo para conceber naturalmente é o primeiro passo para diminuir o próprio preconceito contra os tratamentos que envolvem as técnicas de reprodução humana assistida.
A infertilidade é um luto a ser elaborado. Se não houver aceitação desta condição, permanece o sentimento de impotência diante da concepção. O segundo passo para lidar bem com o tratamento é interar-se sobre o assunto, pois a informação atenua a resistência ao que é novo. Trocar experiências com pessoas na mesma situação ajuda muito a compreender melhor o problema.
Meninas, o post acima revela a verdade de muitas tentantes... mas sou totalmente contra este tipo de postura... acredito que quanto mais compartilharmos nossas experiências com quem precisa ou até mesmo com quem desconhece este assunto, podemos de alguma forma ajudar direta ou indiretamente outras pessoas... o mundo é feito de informações e difundí-las aumenta ainda mais o conhecimento e o esclarecimento nesta área que é tão recente, mas que afeta mulheres de todas as idades que se chama INFERTILIDADE.O Mamys Dream - Diário de uma busca nasceu da necessidade de compartilhar minha história, de trocar experiências com pessoas que sentem os mesmos medos e angustias e, principalmente, de sabermos que não estamos só nesta caminhada!!!
Fonte: Internet - Site Minha Vida









2 comentários:
Ótimo tópico amiga!
Eu falo sobre meu tratamento sim!Dou a cara para bater, mas confesso que temos que estar preparadas para os comentários (aqueles que estão no meu Post: O que não dizer ao casal infértil).
Muitas pessoas comentam sem maldade e outras adoram dar uma alfinetada.
Mas eu não ligo, sigo minha vida!
Deus é maior, e eu amo o meu bloguinho, lá que vou postar o meu Positivo com a graça de Deus e da Virgem Maria!
bjs
Eu ~çn conto nda pra ninguém, pq ñ dou satisfação da minha vida.
nd alguém cobra eu falo, ñ quermos filhos, ñ tenho obrigação de qrer..aff!
bjokas!
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