23 setembro 2010
18 setembro 2010
Porque não falar sobre nosso tratamento de infertilidade!
Quando o tratamento falha, o casal pode enfrentar situações de mal-estar.
É comum um casal revelar que está fazendo tratamento para engravidar, mas, após algumas tentativas frustradas, omitir o assunto. Eles temem ser pressionados demais. É comum observar casais que há anos sofrem por não engravidar e por se sentir pressionados por parentes e amigos, situação que cria um grande mal estar. A cada nova inseminação que não vinga, o casal sente, novamente, o quanto a curiosidade alheia incomoda.
Para estes casos, a melhor conduta é retomar o tratamento de fertilidade, sem alarde. É possível dividir dúvidas e angústias com o companheiro ou com um profissional especializado no atendimento psicológico a casais que enfrentam problemas para engravidar. A maioria das clínicas conta com esta estrutura multidisciplinar.
Por segurança e autopreservação, os casais que já passaram por vários procedimentos para engravidar só costumam revelar aos familiares e aos amigos "a boa nova", depois que o ultra-som confirma a gravidez.
Outro motivo que faz os casais esconderem a ajuda da ciência para engravidar é preservar a intimidade familiar. Por isso, não cabe julgar a preferência pelo anonimato. A decisão de contar ou não o modo como o filho foi concebido é, acima de tudo, pessoal. A reprodução assistida, embora seja condenada por muitos, não seja aceita por algumas religiões, não é um erro, não é uma atitude ilegal. Ninguém precisa se sentir culpado. Cabe apenas ao casal decidir os rumos que deseja dar a nova família que está em formação.
Para facilitar este processo, aceitar a limitação do corpo para conceber naturalmente é o primeiro passo para diminuir o próprio preconceito contra os tratamentos que envolvem as técnicas de reprodução humana assistida.
A infertilidade é um luto a ser elaborado. Se não houver aceitação desta condição, permanece o sentimento de impotência diante da concepção. O segundo passo para lidar bem com o tratamento é interar-se sobre o assunto, pois a informação atenua a resistência ao que é novo. Trocar experiências com pessoas na mesma situação ajuda muito a compreender melhor o problema.
Meninas, o post acima revela a verdade de muitas tentantes... mas sou totalmente contra este tipo de postura... acredito que quanto mais compartilharmos nossas experiências com quem precisa ou até mesmo com quem desconhece este assunto, podemos de alguma forma ajudar direta ou indiretamente outras pessoas... o mundo é feito de informações e difundí-las aumenta ainda mais o conhecimento e o esclarecimento nesta área que é tão recente, mas que afeta mulheres de todas as idades que se chama INFERTILIDADE.O Mamys Dream - Diário de uma busca nasceu da necessidade de compartilhar minha história, de trocar experiências com pessoas que sentem os mesmos medos e angustias e, principalmente, de sabermos que não estamos só nesta caminhada!!!
Fonte: Internet - Site Minha Vida
Nova técnica de fertilização in vitro !

Nova técnica de fertilização in vitro aumenta chances de gravidez única!
Um novo método de fertilização in vitro promete aumentar as chances de gravidez e reduzir o nascimento de gêmeos, graças à análise no DNA das células recolhidas para fertilização. O procedimento foi descoberto por pesquisadores da Monash University, na Austrália, e foi apresentado no 24º Encontro Anual da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia evento que aconteceu no mês de julho/2010, em Barcelona (Espanha).
De acordo com a especialista brasileira Silvana Chedid, chefe do departamento de Reprodução Humana do hospital Beneficência Portuguesa, novas técnicas para determinação do perfil genético serão um grande marco para a Medicina Reprodutiva. Os óvulos fertilizados pelo esperma permanecem no laboratório por em média cinco dias, até atingir o estágio de blastócito e ser implantado na parede do útero, dando origem ao embrião, afirma.
Normalmente, dois blastócitos são implantados no útero da paciente, mas não há garantias (e sim probabilidades) de gravidez. Com os avanços que vêm acontecendo, em breve poderemos determinar com mais sucesso qual é o blastócito com mais chances de se tornar um embrião, evitando o nascimento de gêmeos, diz a médica.
A infertilidade é um problema vivido por 8% a 15% dos casais, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O Ministério da Saúde estima que, no Brasil, mais de 278 mil casais tenham dificuldade para gerar um filho em algum momento de sua idade fértil.
Fonte: Internet - Site Minha Vida
06 agosto 2010
Projeto Acesso - Fertilidade ao alcance de todos!!!

O QUE É O PROGRAMA ACESSO
O Programa Acesso foi criado em 2006, através de uma iniciativa da Vidalink, empresa líder no mercado de gestão de benefícios de medicamentos. O Acesso conta com apoio de clínicas, deliveries e da Merck Serono, e tem o intuito de facilitar o acesso ao tratamento da dificuldade de concepção para o paciente, através de descontos especiais.
O QUE OFERECE O PROGRAMA ACESSO
O Programa Acesso é destinado aos casais sem condições financeiras de arcar com um tratamento de fertilidade. É um programa de inclusão, não é gratuito e desde sua criação já permitiu a milhares de famílias a oportunidade de realizar o sonho de ter um filho.
Os pacientes aprovados no programa têm à disposição medicamentos a preços especiais e descontos nos honorários médicos, permitindo, assim, aos casais sem condições financeiras realizar o tratamento da infertilidade.
COMO PARTICIPAR
Para participar do programa é preciso seguir alguns passos:
1.Cadastrar-se no site
2.Buscar um médico habilitado no programa para saber se o casal está apto ao tratamento de reprodução humana
3.Preencher o formulário do programa no site e enviar a documentação (cópia CPF casal, RG casal, IR casal, receita médica mulher) para o endereço abaixo:
Vidalink do Brasil / Programa Acesso
Rua Amazonas, 439 – 2º andar
São Caetano do Sul – SP
CEP – 09520-070
4.Aguardar retorno da Vidalink
5.Se aprovado, de acordo com os critérios de inclusão do Programa Acesso, o casal passa a adquirir descontos nos medicamentos através dos distribuidores participantes e descontos nos honorários médicos conforme critério de cada clínica participante.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO DO PROGRAMA ACESSO
O Programa Acesso visa proporcionar acesso ao tratamento de reposição assistida para casais que se enquadrem nas faixas de renda do Programa. Para saber a faixa de renda do programa ligue para 0800 11 33 21 ou 0800 727 0130.
O casal aprovado no Programa Acesso terá seu cartão ativado pelo período de 6 meses a contar da data de comunicação do benefício. O benefício de desconto será oferecido para um ciclo de tratamento, efetuado dentro do prazo de ativação do cartão. O cartão poderá ser prorrogado para ativação durante mais 3 meses após o término da validade, mediante o envio de prescrição médica atualizada, desde que a comunicação do benefício tenha ocorrido a até 9 meses. Após esse período, para prorrogar o cartão, o paciente deverá iniciar o processo de avaliação socioeconômica novamente, mediante o envio de toda documentação solicitada pelo programa.
Obs.: A quantidade de produtos liberados para tratamento no Programa Acesso foi calculada de acordo com a média de produtos utilizados em um ciclo de reprodução, após a utilização desta quantidade determinada será solicitada nova receita médica com data recente. Esta receita deverá ser enviada via fax ou e-mail.
Mais informações clique aqui: www.vidalink.com.br
01 agosto 2010
Esterelidade Sem Causa Aparente... o vilão da minha vida

Apresento a vocês um pouquinho deste bicho papão chamdo Esterelidade Sem Causa Aparente (ESCA):
1) O que é Infertilidade Inexplicável ou Esterilidade Sem Causa Aparente (ESCA)?
R: É quando, após terem sido realizados todos os exames necessários para avaliar as possíveis causas da infertilidade do casal, não se consegue chegar a uma conclusão. Isto é, o casal não têm alterações orgânicas ou fisiológicas que justifiquem o porquê de não conseguirem engravidar.
2) Esse diagnóstico é muito comum?
R: Cerca de 10 a 15% dos casais que procuram uma clínica especializada em reprodução humana tem este diagnóstico. Ou melhor, não têm um diagnóstico do motivo pelo qual não conseguiram, até o momento, ter filhos.
3) Essa falta de diagnóstico é definitiva?
R: Não podemos esquecer que a ciência progride numa velocidade tão grande que o desconhecido de hoje, será provavelmente esclarecido no futuro. O que hoje não tem explicação, amanhã, talvez, venha ser explicável e tratável. Essa falta de diagnóstico é o retrato do presente e não do futuro.
4) O que deve ser feito frente a esse diagnóstico?
R: A primeira etapa é rever todos os exames e repetir alguns que já foram realizados em época anterior. Muitas vezes um profissional competente pode não valorizar determinado resultado e, por isso, vale a pena observar se não existe nada a mais para ser feito. Caso não haja novos esclarecimentos indica-se um dos tratamentos de Reprodução Assistida descritos nas próximas questões.
5) Quais são as opções de tratamentos para um casal com esse diagnóstico?
R: A conduta médica vai depender da idade da mulher, do tempo de infertilidade, da ansiedade e da disponibilidade econômica do casal. Para casais jovens e com ansiedade controlada, muitas vezes, tratamentos naturais que envolvem alimentação, qualidade de vida, revisão de hábitos e algumas vitaminas, podem ser a solução. Daí em diante podem ser realizados três tipos de tratamento: a simples indução da ovulação (coito programado), a inseminação artificial e a fertilização in vitro. Dependendo da idade da mulher e da ansiedade, poderá ser dada a preferência por qualquer um deles. O importante é que o casal tenha consciência do grau de complexidade de cada um dos tratamentos, a chance de sucesso e o custo financeiro.
6) Como é o coito programado, "namoro" programado ou indução da ovulação?
R: É o mais simples de todos os tratamentos de Reprodução Assistida. Consiste no simples acompanhamento do crescimento do(s) folículo(s) ovulatório(s) até atingir(em) o momento da ovulação. Esse acompanhamento é feito, principalmente, pelo ultra-som em intervalos de dois a três dias, até que o folículo que têm no seu interior um óvulo, atinja a dimensão aproximada de 18mm. Nesse momento, é receitada uma injeção que matura esse(s) óvulos(s) e provoca a ovulação entre 24 e 48 horas após. Recomenda-se, a partir desse momento relações sexuais diárias ou em dias alternados. O coito programado poderá ser feito em ciclos menstruais naturais, isso é, sem medicação, ou em ciclos induzidos, quando se dá medicamentos para aumentar o número de óvulos. Essa última opção implica no aumento da taxa de sucesso (12 a 15% por ciclo), mas aumenta também a chance de gestação múltipla.
7) Como é a inseminação artificial?
R: Esse procedimento é semelhante ao anterior, porém com uma diferença. Ao invés de serem recomendadas relações sexuais em que os espermatozóides são depositados na vagina e devem "nadar" até o óvulo, percorrendo o caminho no interior do colo uterino (útero até a tuba), onde ocorre a fertilização, os espermatozóides são colhidos por masturbação, preparados em laboratório e depositados no fundo do útero, perto da tuba e do(s) óvulos(s). Assim, a distância a ser percorrida pelo espermatozóide é menor, aumentando as chances de sucesso (18 a 20% por ciclo).
8) Como é a FIV?
R: É a mais sofisticada de todas as técnicas e, por isso, oferece os melhores resultados. Neste procedimento os óvulos são aspirados dos ovários após a indução da ovulação. Esta indução é feita com uma quantidade maior de hormônios para que se tenha um maior número de óvulos. No momento do pico ovulatório eles são aspirados e encaminhados ao laboratório de fertilização, lá serão fertilizados com os espermatozóides e dois a cinco dias após, serão implantados no útero. Uma vez que os embriões são colocados numa fase adiantada de desenvolvimento, conclui-se que é a técnica que dá a maior chance de resultados positivos (55% para mulheres com menos de 35 anos).
Fonte: http://www.gravidafeliz.com.br/04.html
Saiba mais sobre o congelamento de embriões!

Como já disse em post anteriores temos 10 embriões congelados... eles são frutos de uma indução bem sucedida que nos possibilitarão mais duas tentativas para enfim alcançarmos o nosso tão esperado sonho... ser mamãe e papai.
Saiba um pouquinho mais sobre este processo: Congelamento de Embriões!!!
1) Qual a vantagem de congelar embriões?
R: A grande vantagem está em se poder restringir ao máximo o número de embriões transferidos para o útero. Isso acontece com frequência em ciclos de Fertilização In Vitro, quando o ovário responde muito bem à indução da ovulação, levando à formação de vários folículos ovulatórios. Os óvulos são todos fertilizados. Ao se colocar parte desses embriões no interior do útero (no máximo 4), os que restarem não poderão ser descartados, pois o embrião é considerado um "ser vivo". A saída é a doação para outros casais, pesquisa científica ou congelamento. A grande maioria dos casais escolhe pelo congelamento, pois no momento de se fazer esta opção ainda não sabem qual será o resultado do tratamento que estão se submetendo naquele momento.
2) Qual poderá ser o destino dos embriões congelados?
R: Existem várias possibilidades. Se o casal "proprietário" dos embriões engravidar no ciclo em que foram colhidos os óvulos que produziram esses embriões, eles poderão ser mantidos congelados até o desejo de uma próxima gestação. Isso tornará esse ciclo de fertilização mais simples, mais barato e menos desgastante. A mulher receberá poucos hormônios para preparar o útero para receber os embriões. Caso não desejem mais a gravidez os embriões ficarão congelados por tempo indeterminado até que se defina um destino para eles. O casal deve pagar taxas anuais para a manutenção dos embriões, como as de hotelaria.
3) Quanto tempo os embriões podem ficar congelados?
R: Não se tem um tempo estipulado. O processo existe desde a década de 80 e há irmãos nascidos até com 13 anos de diferença mas que foram concebidos no mesmo dia.
4) Como ocorre o processo de congelamento?
R: Os embriões devem passar por um processo inicial de desidratação. Depois são congelados lentamente por diminuição progressiva de temperatura, ou por vitrificação, até alcançarem 196°C negativos em nitrogênio líquido.
5) Os embriões congelados são colocados todos juntos ou separadamente?
R: São guardados em pequenos frascos chamados de palhetas ou capilares. Podem ser congelados individualmente ou em grupos de 4 a 6. Isso vai depender de cada situação.
6) Quais as chances de gravidez quando se utiliza embriões congelados?
R: As chances de implantação e gravidez são menores que os embriões que são transferidos na época em que foi realizada a Fertilização In Vitro. As chances de recuperação dos embriões congelados também são menores e diminuem proporcionalmente a qualidade dos embriões na época da coleta de óvulos. De um modo geral, a chance é 20 a 30% menor do previsto antes do congelamento. Se a chance na época era 50%, após o congelamento passa para 30%.
7) Como a mulher se prepara para a transferência dos embriões congelados?
R: Somente recebendo o hormônio estradiol. Não é necessária a indução da ovulação. O acompanhamento da espessura do endométrio pelo ultra-som é suficiente para se determinar a época adequada para a transferência dos embriões. O hormônio estradiol pode ser ministrado via oral, com adesivos sobre a pele ou por via intramuscular.
Bom, em breve estaremos indo para nossa segunda transferência... estamos nos preparando com as Vacinas dos Linfócitos Paterno (Vacina do Marido)... não sabemos ao certo se esta vacina será, enfim, a solução do nosso problema... mas de uma coisa temos certeza para Deus nada é impossível... então só nos resta pedir... Papai do Céu... dá um bebezinho para a gente!!!!
Rsrsrs... daqui a pouco eu ganho pela insistência... nem eu aguento mais pedir... imagina o pobrezinho do Papai do Céu pensando... lá vem ela de novo!!! rsrsrs
Fonte: http://www.gravidafeliz.com.br/17.html
25 julho 2010
Dieta da Fertilidade!!!

Mulheres que estão planejando engravidar muitas vezes esquecem que os alimentos são grandes aliados nessa fase, pois ajudam a manter as células reprodutoras ativas por mais tempo, aumentando as chances de concepção.
“Nós, médicos, podemos apontar diversos problemas para a infertilidade, até mesmo genéticos, mas a alimentação também tem grande importância neste contexto. Estudos apontam que 15% dos homens e mulheres inférteis estão acima do peso, por isso é preciso ter mais atenção com aquilo que colocamos à mesa quando nos programamos para ter um filho”, explica a Dra. Sylvana Braga, médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra.
E no casal, não é só a mulher que deve se preocupar com a alimentação voltada para a fertilidade. “A Sociedade de Medicina Reprodutiva Americana mostrou que 83% dos homens com infertilidade não consumiam frutas e verduras, algo em torno de menos de 5 porções por dia. Já entre os homens que comiam frutas e verduras, o número cai para 40% de inférteis”, conta a Dra. Sylvana.
Você sabia que, na dieta da fertilidade, o álcool e o café devem ser cortados da dieta? Eles aumentam o nível do hormônio feminino prolactina, o que conseqüentemente reduz a fertilidade. “O álcool, por si só, já é um grande inimigo da saúde e dificulta a fecundação por ser tóxico para os aparelhos reprodutores de ambos os sexos, além de desregular o ciclo menstrual. O café consumido em excesso (mais de uma xícara por dia) reduz pela metade a probabilidade de gravidez”, conta a médica.
A famosa gordura trans, que dificulta a ovulação, também deve ser evitada. Dê preferência para a ingestão de gorduras poliinsaturadas e monoinsaturadas (óleos vegetais, azeite, peixes como sardinha, salmão) que favorecem a ovulação regular.
Entre as substâncias que devem ser introduzidas na alimentação estão: ácido fólico, encontrado em alimentos como espinafre e feijão; zinco, presente no germe de trigo e na carne vermelha; vitamina B6, da banana e do frango; vitamina B12, obtida na ingestão de fígado e atum enlatado; e a nossa conhecida vitamina C, encontrada na acerola e em frutas cítricas como laranja e abacaxi.
“Vale enfatizar que as chances são maiores se você encontra-se no peso saudável. Mulheres com sobrepeso devem perder de 5 a 10% do peso para aumentar as chances de engravidar”, finaliza a nutricionista Roberta Silva.
Por Karina Conde
Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/
22 julho 2010
Dez dicas para lidar com problemas de fertilidade!
A pressão da família e da sociedade para ter filhos muitas vezes é enorme, e o fato de não conseguir engravidar pode fazer a pessoa se sentir um completo fracasso. Conversamos com psicólogos que trabalham com casais com problemas de fertilidade para descobrir como suportar a situação da melhor maneira possível. Leia as dicas abaixo:
1 - Admita que a dificuldade de gravidez é uma crise na sua vida
Ter dificuldade para engravidar pode representar uma das fases mais difíceis da sua vida. Não é frescura, não é um capricho. É um motivo perfeitamente justo para ficar triste. Para a psicóloga Kate Marosek, que atende casais em Washington, nos EUA, é importante que a pessoa reconheça que o problema é sério.
"É normal ter uma sensação profunda de perda, ficar estressado, triste ou sem saber o que fazer", diz ela. "A pessoa não pode se recriminar por se sentir assim." Encarar e aceitar o que você está sentindo ajuda a suportar essas emoções e a pensar mais racionalmente.
2 - Não se culpe pelo problema
Procure resistir à tentação de ficar brava consigo mesmo, de ouvir aquela vozinha que lá no fundo fica dizendo: "...Eu não devia ter esperado tanto...", "...Eu não devia ter tomado pílula por tanto tempo...", "...Por que não me cuidei melhor?".
Esse tipo de pensamento negativo só piora as coisas, afirma o especialista Yakov M. Epstein. Quando você começar a ter esses pensamentos sobre o que "devia" ou "podia" ter feito, lembre-se de que problemas de fertilidade acontecem, não são culpa sua.
Mesmo que você tenha tomado decisões no passado e hoje se arrependa, aquilo já passou, não adianta mais ficar remoendo. Tente se concentrar no seu futuro e nas coisas boas que virão quando o problema for finalmente superado.
3 - Trabalhe em equipe com seu companheiro
Você e o seu parceiro precisam se ajudar nesta hora difícil. Evite a todo custo a armadilha de culpar o outro pela dificuldade de engravidar.
"Trabalho de equipe" não quer dizer que vocês dois tenham que sentir a mesma coisa ao mesmo tempo. Seria impossível. O que dá para fazer é procurar sempre prestar atenção no que o outro está sentindo naquela hora. "Quando um cuida do outro, os dois podem se unir para combater o problema juntos", diz a psicóloga Kate Marosek.
Tentem encontrar, juntos, maneiras realistas de dividir o estresse e a frustração. Se a mulher está passando por um tratamento, o homem pode assumir a compra de remédios e a papelada para o plano de saúde, para o imposto de renda etc. Se um precisa tomar injeções em casa, o outro pode fazer a aplicação
4 - Aprenda tudo o que puder sobre o problema
Leia sobre problemas de fertilidade e faça todas as perguntas que quiser ao médico, sem medo ou vergonha.
Um jeito de entrar em contato com outras pessoas na mesma situação é visitar fóruns de discussão como os do BabyCenter, e-familynet entre outros, para trocar idéias sobre as emoções e dificuldades dos tratamentos.
Na área de reprodução humana, as técnicas mudam rápido, e você corre o risco de não poder tomar decisões por si só se não souber do que o médico está falando. Isso é ainda mais importante porque os tratamentos de fertilidade muitas vezes envolvem dinheiro. As clínicas podem ter interesse em "vender" o tratamento mais caro, e você precisa saber ao menos discutir a necessidade ou não do procedimento.
5 - Estabeleça um limite de até onde tentar
Há casais que decidem, desde o começo, que não vão apelar para tratamentos muito complexos na tentativa de ter um bebê. Outros resolvem fazer todo o possível, não importa quanto tempo demore ou quanto custe, para realizar o sonho.
Só vocês podem chegar à conclusão de quando é hora de parar de tentar. É uma decisão que precisa ser tomada pelo casal, muitas vezes em conjunto com o médico. Mas é provável que você se sinta mais no controle das coisas se tiver um plano mais ou menos pré-traçado.
Um bom começo é pensar naquilo que você não quer fazer. Há pessoas que descartam a adoção ou o uso de gametas doados. Há outras que preferem não se submeter a tratamentos invasivos e caros como a fertilização in vitro. Nenhuma decisão será definitiva, mas ela ajudará você a se situar melhor, até em relação a seus próprios sentimentos e conflitos internos.
6 - Pense em quanto vocês estão dispostos a gastar
Tratamentos de fertilidade são caros, e não vêm com garantia de sucesso. Por isso a questão do dinheiro é importantíssima. É preciso levar em conta que os remédios também são muito caros, portanto é necessário perguntar para o médico quanto o medicamento vai custar, se existe alternativa mais barata, se há algum lugar específico para comprar com desconto, e qual será mais ou menos o custo total dos remédios.
Vocês precisam pensar também que a duração do tratamento não é definida: pode ser que funcione logo de cara, pode ser que seja preciso segui-lo por meses ou até anos. E, se houver embriões a ser guardados na clínica, isso também tem um custo, que não é baixo.
Em primeiro lugar, descubra onde fazer o tratamento. Se tiver plano de saúde, informe-se para ver quais são os procedimentos cobertos. No Brasil, são raros os planos que cobrem tratamentos de fertilidade, mas vários dos exames e pequenas cirurgias fazem parte do cuidado normal à saúde da mulher, e por isso estão incluídos na cobertura.
O melhor jeito de descobrir isso é conversando com o médico e com outras pessoas que já passaram pelo tratamento. Infelizmente os poucos serviços públicos que tratam a infertilidade gratuitamente têm filas enormes, mas sempre vale a pena se informar sobre o que existe na sua região. Existem centros que subsidiam os tratamentos e clínicas que fazem planos de pagamento especiais, incluindo mais de um ciclo. Não se esqueça de incluir o custo dos medicamentos na previsão de gastos.
Por mais duro que seja, você tem de se lembrar de que o tratamento de fertilidade é um investimento às cegas, porque você pode acabar gastando todas as suas economias sem conseguir o resultado desejado.
7 - Busque o apoio de profissionais e de pessoas com o mesmo problema
A sociedade não se dá conta do tamanho da tristeza que a infertilidade provoca. A reação mais natural daqueles que não conseguem ter um bebê é esconder essa tristeza, o que acaba aumentando a sensação de isolamento e de vergonha.
"Encontrar outras pessoas que estejam passando pela mesma coisa pode ajudar a entender que muita gente tem problemas de fertilidade, e que a decepção é totalmente compreensível", diz Linda Klempner, psicóloga que atua em Nova Jersey, nos EUA.
A internet é uma boa aliada nesses casos, porque facilita o contato de pessoas na mesma situação, de um modo que elas se sentem à vontade para desabafar.
Converse com o médico também para ver se a clínica não possui um serviço de psicologia especializado. Há centros de tratamento que se preocupam com essas questões, pois seus profissionais sabem melhor que ninguém o peso e o estresse que a dificuldade de gravidez provoca.
8 - Dê-se o direito de evitar atividades que envolvam bebês
Se certas ocasiões são muito difíceis para você, como ir ao chá de bebê da colega que engravidou sem querer, sinta-se no direito de não ir. E, se a situação for inevitável, já que muitas vezes o bebê é de uma pessoa muito querida, não se culpe pela tristeza que sentir depois, e deixe as lágrimas escorrerem quando chegar em casa.
Na hora de comprar um presente, se for muito difícil entrar numa loja para bebês, prefira comprar um livro, já que as seções infantis de livrarias são bem mais inofensivas que lojas cheias de macacõezinhos e mulheres barrigudíssimas.
9 - Procure equilibrar otimismo e pé-no-chão
No meio de um tratamento ou procedimento, você precisa ser otimista. É compreensível, no entanto, ficar cauteloso para não se iludir demais. Pergunte ao médico, em porcentagem, quais são as chances de sucesso, para procurar ter em mente que pode dar certo, mas pode não dar.
A tecnologia é tanta que muitos casais são levados a crer que algum tratamento vai funcionar, e vão tentando por anos a fio. É importante saber, no entanto, que cerca de um terço dos casais que passam por tratamentos de fertilidade acabam não conseguindo ter um filho biológico.
É uma realidade dura, mas por isso mesmo é preciso considerá-la.
10 - Cuide-se e procure ter outros interesses
Passar por um tratamento de fertilidade é quase como um emprego, pois exige tempo e dedicação, além de ocupar praticamente toda sua cabeça. Assim, você precisa deixar espaço para alguma outra atividade ou hobby que lhe dê prazer.
Uma saída com as amigas (de preferência sem filhos!), um trato especial no salão de beleza, uma massagem ou um bom filminho com pipoca em casa são opções. Você pode experimentar coisas novas, como aquela aula de artesanato ou ioga que sempre quis fazer, ou aquela caminhada todas as manhãs. Ou quem sabe adotar um bichinho de estimação para já poder se chamar de "mamãe"...
Hummmm... ainda bem que nós temos a Yully... (rsrs e choro)... sem dúvida ela é a nossa filhotinha enviada por Deus para ir arrumando a casa enquanto nosso bebê não chega... Escrevi sobre ela em minha apresentação... sem dúvida ela nos ensinou e ainda nos ensina ser uma família mais unida e feliz!!!... Mas Papai do Céu... não esquece de mim não... me dê um bebê de presente de natal eu prometo ser uma menina boazinha, tá???!!!
20 julho 2010
Reportagem de O Globo - Saúde de 20/07/2010
Novo teste pode determinar a taxa de sucesso da fertilização in vitro com mais eficácia - O Globo
E la vem outra luzinha no fim do túnel...
18 julho 2010
Chega às bancas revista sobre Fertilidade!!!

Clique nas páginas seguintes para ler a matéria, use a setinha na barra de ferramentas para voltar ao blog:


Fonte: http://inseminacaoefertilizacao.blogspot.com/
17 julho 2010
Novela da Globo aborda o tema: Reprodução Assistida!
Clique na matéria para ler:
Fonte: http://inseminacaoefertilizacao.blogspot.com/search/label/infertilidade
13 julho 2010
Manual da Infertilidade - Jornal Bom Dia Brasil
Meninas, futucando a internet achei esta reportagem... sabemos que hoje em dia as mulheres ocupam seus lugares no mercado de trabalho em pé de igualdade com os homens... afinal lutamos anos para que acontecesse a tão sonhada liberdade feminina, não é???... como nada vem de graça algumas pesquisas mostram que o stress e a dura rotina de trabalho podem atrapalhar nosso tão esperado sonho de ser mãe... confesso que há um ano e meio optei por me dedicar exclusivamente a esta busca e pude comprovar o quanto meu organismo mudou neste tempo através de alguns exames... como já disse em post anteriores, um dos meus primeiros exames apontavam para uma gestação com risco de trombofilia hoje estes exames já não me assustam mais pois já não corro este risco... sem contar com meu endométrio que era fininho e hoje ele se desenvolve lindamente só esperando por um bebezinho. Bom é isso... espero que está reportagem ajudem vocês também!!!
09 julho 2010
Vídeo - dúvidas sobre infertilidade!!!
Muito esclarecedor... uma verdadeira aula sobre procedimentos, causas e benefícios no tratamento da infertilidade!!!
Dieta da Fertilidade!!!
A Sociedade de Medicina Reprodutiva Americana (ASRM) divulgou recentemente uma pesquisa, em que foi comprovado que uma alimentação saudável, com legumes, verduras e frutas pode aumentar consideravelmente a fertilidade masculina. O estudo comprova uma outra vertente médica, adotada pelas mulheres há algum tempo, que aposta em uma dieta balanceada para elevar as chances de gravidez. Ou seja, para quem está sonhando em ter um bebê, existem alguns alimentos que podem ajudar.Nesse menu da fertilidade, estão alguns itens fundamentais, entre eles, comidas que contém ácido fólico (espinafre e feijão), zinco (germe de trigo e carne vermelha), vitaminas B6 (banana e frango), B12 (fígado e atum enlatado) e C (frutas cítricas), além de opções ricas em boro (soja, maçã, pêra e nozes).
"Alguns alimentos são realmente benéficos nesse sentido. Foi comprovado que o ácido fólico, por exemplo, auxilia na formação de tubo neural do embrião e na placentação (implantação da placenta no útero), que evita possíveis abortos no começo da gravidez", diz a ginecologista Denise Coimbra, especialista em reprodução humana.
Longe da balada
Você já pensou que aquela dose de caipirinha no churrasco pode prejudicar os seus planos de ser mãe? Embora os especialistas afirmem que alimentos gordurosos e bebidas não impedem uma possível gestação, eles podem ser bastante prejudiciais (tanto para a saúde, como para a fertilidade). Os avisos são redobrados para aquelas que não conseguem ficar sem um copo na mão.
"O álcool, por si só, já é um grande inimigo da saúde e dificulta a fecundação por ser tóxico para o aparelho reprodutor, além de desregular o ciclo menstrual. Acima de duas doses nos fins de semana (caipirinha, vinho, cerveja ou vodca, por exemplo), já é considerado prejudicial", diz Sylvana Braga, médica ortomolecular e nutrologista.
Mudança de hábitos
Além da alimentação, também é necessário adaptar alguns costumes - leia-se café e cigarros. Tentar engravidar é (mais) um bom motivo para maneirar nos expressos e parar de fumar. Para se ter uma idéia, o consumo de mais de uma xícara de café por dia reduz pela metade a probabilidade de gravidez.
Já o tabagismo, além dos seus males conhecidos, pode prejudicar a vascularização, que compromete o nível de fertilidade da mulher. O ideal é trocar o cigarro por uma corrida matinal, ou por qualquer outro esporte, como explica Denise. "Para as mulheres que desejam ter um filho, é importante não fumar e fazer exercícios físicos regulares, que ajudam a prevenir doenças hipertensivas da gestação e a manter o peso, facilitando uma gravidez natural".
Por André Carbone - Site Guia da Semana
Enfrentando a infertilidade...
Este post foi extraido, parcialmente, de um site português - Fertilidade uma viagem - e eu achei muito legal pois logo que comecei o meu tratamento com a Dra Madalena Caldas, não tinha muito com quem compartilhar este assunto... logo depois estava eu começando o Mamysdream... não sabia ao certo o "pra quê" deste blog mas hoje entendo que além do meu desabafo posso compartilhar histórias, descobertas e o mais importante saber que eu não estou só nesta busca!Cada pessoa tem a sua forma de lidar com a dor. Umas falam constantemente sobre o assunto, outras refugiam-se no silêncio, algumas procuram pessoas na mesma situação para trocarem figurinhas, enquanto outras descobrem que fazer um diário ajuda a expressar seus sentimentos. Os homens e as mulheres, em especial, têm geralmente formas muito diferentes de lidar com os sentimentos.
Enfrentar a infertilidade é provavelmente uma das experiências mais difíceis que um casal terá de atravessar. A forma como cada um lida com o turbilhão de emoções que esta situação desencadeia, depende muito da sua personalidade e de cada caso vivido.Cada pessoa é diferente e cada problema de infertilidade é único. Por exemplo, os casais que enfrentam a interrupção de uma gravidez precisam de uma estratégia para lidar com a sua situação, diferente daquela que adotarão os casais que iniciam o seu primeiro ciclo de fertilização in vitro (FIV).
O casal terá de procurar dentro de si mesmo e na sua relação a força necessária para enfrentar os problemas de infertilidade. É muito importante compreender o que está acontecendo, bem como identificar os seus sentimentos e aceitar que o outro poderá sentir as coisas de forma diferente. É também importante saber que tipos de apoio estão disponíveis e não hesitar em pedir ajuda quando necessário.
Embora já tenha sido escrito muita coisa sobre os sentimentos dos casais com problemas de fertilidade, a verdade é que cada fase e cada pessoa são diferentes. Portanto, é impossível formular conselhos universais para enfrentar esta situação. Trata-se de algo que cada pessoa terá de descobrir por si mesma. No entanto, as experiências das pessoas que já passaram pela mesma situação poderão ajudar o casal. O importante é procurar métodos e pessoas com os quais o casal se sinta à vontade para compartilhar sua história.
05 julho 2010
Etiqueta da Infertilidade! O que não dizer a um casal infértil
O texto abaixo é de autoria de Vita Alligood e foi parcialmente extraído do site Amigas do Parto que reproduz fielmente nossos sentimentos em relação a busca que enfrentamos para obter o nosso tão sonhado bebê.
Bom... confesso que já passei por algumas das situações acima... mas nestes sete anos de busca aprendi que nada como o dia seguinte para abrandar a dor dos nossos corações... nossa infertilidade não tem uma causa específica então é chamada de "infertlidade sem causa aparente" acho que isso é o que mais me dói... não saber o porque disso tudo... tenho fé que Deus nos reserva o nosso tão sonhado bebê em algum momento desta busca... mas confesso também que durante minha caminhada perdi esta fé por algumas vezes... mais uma vez, como disse, uma boa noite de sono nos conforta e nos mostra o sol da manhã seguinte aí então, podemos perceber a fidelidade de Deus em nossas vidas... Optamos por fazer a FIV... tivemos respostas maravilhosas em nossa indução e fertilização... agora precisamos de orações para termos a graça maior de Deus em nossas vidas... precisamos que nossos embriões se fixem e se prosperem em meu útero e descobrimos que nesta etapa só o médico dos médicos poderá interceder por nós... não tem dinheiro no mundo que pague este procedimento... então só nos resta clamar a Deus... Pai olhe por nós... permita-nos prosperar... consagramos a Ti este momento e com devoção esperamos pela Tua resposta... Amém!!!"Existem boas chances de que você conheça alguém que está lutando com a infertilidade. Ainda assim, como sociedade, estamos lamentavelmente mal informados sobre como dar o melhor apoio emocional para as pessoas que amamos neste período difícil.
A infertilidade é, realmente, uma luta muito dolorida. A dor é parecida com o luto por perder um ente querido, mas é única porque é um luto recorrente. Quando um ente querido morre, ele não vai voltar. Não há esperança de que ele irá voltar dos mortos. Você deve passar por todos os estágios do luto, aceitar que nunca mais verá essa pessoa novamente, e seguir em frente com sua vida.
O luto da infertilidade não é tão metódico. As pessoas inférteis ficam de luto pela perda de um bebê que eles podem nunca chegar a conhecer. Elas ficam de luto pela perda de um bebê que teria o nariz da mamãe e os olhos do papai. Mas a cada mês, há a esperança de que talvez este bebê tenha sido concebido finalmente. Não importa o quanto eles tentem se preparar para más notícias, eles ainda esperam que este mês seja diferente. Então, as más notícias chegam novamente, e o luto cobre o casal infértil mais uma vez. Este processo acontece mês após mês, ano após ano. É como ter um corte profundo que se abre novamente justo quando começava a cicatrizar.
Quando o casal decide seguir em frente com os tratamentos para infertilidade, a dor aumenta enquanto a conta bancária diminui. A maioria dos tratamentos para infertilidade envolve o uso de hormônios, que alteram o humor da usuária. Os testes são invasivos, você sente que o médico assumiu o controle do seu quarto. E para todo este desconforto, você paga muito dinheiro. Os tratamentos para infertilidade são caros, e os planos de saúde não cobrem este procedimento. Então, além da dor de não conceber um bebê a cada mês, o casal tem que pagar algo em torno de R$ 16.000,00 por uma FIV, podendo ser ainda muito mais, dependendo do tratamento necessário.
Um casal eventualmente resolverá o problema da infertilidade de alguma destas três maneiras:
· Eles eventualmente conceberão um bebê.
· Eles vão parar com os tratamentos de infertilidade e decidir viver uma vida sem filhos.
· Eles encontrarão uma alternativa para ser pais, como a adoção.
Chegar a uma solução pode levar anos, então seu casal de amigos amado precisará de seu apoio emocional durante esta jornada. A maioria das pessoas não sabe o que dizer e por isso acaba dizendo a coisa errada, que apenas torna a jornada ainda mais difícil para seus entes queridos. Saber o que não dizer já é metade da batalha ganha para dar apoio.
Não diga a eles para relaxar - Todo mundo conhece alguém que teve problemas para engravidar, mas que finalmente conseguiu logo que ela “relaxou”. Casais que conseguem engravidar após alguns meses de “relaxamento” não são inférteis. Por definição, um casal não é diagnosticado como infértil até que tenha tentado sem sucesso engravidar por um ano completo.
Não minimize o problema - A falha em conceber um bebê é uma jornada muito dolorosa. Os casais inférteis estão cercados de famílias com crianças. Estes casais vêem seus amigos terem dois ou três filhos, e vêem estas crianças crescerem enquanto voltam para o silêncio de suas casas. Estes casais vêem toda a alegria que uma criança traz para a vida de uma pessoa, e sentem o vazio de não serem capazes de experimentar a mesma alegria. Comentários do tipo, "aproveite que você pode dormir até tarde... viajar... etc.” não oferecem conforto. Ao contrário, estes comentários fazem com que o casal infértil se sinta como se você estivesse minimizando a dor deles. Você não diria a alguém cujo pai acabou de morrer que ele deveria ficar feliz, pois não vai mais ter que gastar dinheiro com o presente de Dia dos Pais.
Não diga que há coisas piores que poderiam acontecer - Nestes mesmos termos, não diga a seus amigos que há coisas piores que poderiam acontecer do que o que eles estão passando. Quem é a autoridade final sobre qual é a “pior” coisa que poderia acontecer a alguém? Pessoas diferentes reagem a diferentes experiências de vida de maneiras diferentes. Para uma mulher cujo único objetivo de vida é amar e nutrir uma criança, a infertilidade pode sim ser a “pior” coisa que poderia acontecer em sua vida.
Não diga que eles não foram feitos para ser pais - Uma das coisas mais cruéis que alguém já me disse foi: "Talvez Deus não queira que você seja mãe”. Quão inacreditavelmente insensível é insinuar que eu seria uma mãe tão ruim que Deus achou melhor me “esterilizar divinamente”. Se Deus estivesse no ramo da esterilização das mulheres no plano divino, você não acha que ele preveniria as gravidezes que terminam em abortos? Ou então não esterilizaria as mulheres que terminam por negligenciar e abusar de seus filhos? Mesmo que você não seja religioso, os comentários do tipo “talvez não seja para ser” não são reconfortantes. A infertilidade é uma condição médica, não uma punição de Deus ou da Mãe Natureza.
Não pergunte porque eles não tentam a FIV - A Fertilização In Vitro (FIV) é um método no qual a mulher retira vários óvulos, que são então combinados com o esperma do parceiro num recipiente especial para cultura. Este é o método que pode produzir nascimentos múltiplos. As pessoas freqüentemente perguntam, “Por que você não simplesmente tenta a FIV?" da mesma maneira casual como perguntariam “Por que você não tenta comprar numa outra loja?”
Há muitas razões pelas quais um casal escolheria NÃO ir por este caminho. Aqui estão algumas delas.
A FIV é cara e com baixas possibilidades - Um ciclo de FIV é muito caro. Com toda a publicidade na mídia, a maioria das pessoas assume que a FIV é uma coisa certa, quando na verdade, as chances de sucesso para cada ciclo são baixas. A maioria dos casais não tem condições de tentar por um mês, quem dirá por vários ciclos.A FIV é fisicamente difícil - Passar por um tratamento de FIV é muito rigoroso. A mulher deve injetar hormônios em sua barriga diariamente que farão com que seus ovários “super ovulem”. As drogas usadas são bastante pesadas para a mulher, e podem fazer com que ela fica extremamente sensível.
Um casal que escolha passar pela FIV tem um caminho difícil e caro pela frente, e eles precisam de seu apoio mais do que nunca. Os hormônios não são brincadeira, e o custo financeiro é imenso. Seus amigos não estariam escolhendo esta rota se houvesse um caminho mais fácil, e o fato de estarem dispostos a suportar tanto é mais uma prova do quanto desejam se tornar pais de uma criança. Os hormônios tornarão a mulher mais emotiva, então ofereça seu apoio e mantenha suas perguntas para você.
Não brinque de médico - A infertilidade é um problema complicado de diagnosticar, e ler um artigo ou um livro sobre isso não o transformará num “expert” no assunto. Deixe que seus amigos trabalhem com o médico deles para diagnosticar e tratar o problema. Seus amigos provavelmente já sabem mais sobre as causas e soluções da infertilidade do que você jamais saberá. Você pode achar que está ajudando lendo sobre a infertilidade, e não há nada de errado em aprender mais sobre o assunto. O problema aparece quando você tenta “brincar de médico” com seus amigos. Eles já têm um médico com anos de experiência em diagnosticar e tratar o problema. Eles precisam trabalhar com ele e confiar que o médico deles pode tratar o problema. Você apenas complica as coisas quando despeja outras idéias sobre as quais leu. O médico sabe mais sobre as causas e soluções; deixe seus amigos trabalharem com o médico deles para resolver o problema.
Não seja grosseiro - É horrível que eu tenha que incluir este parágrafo, mas alguns de vocês precisam ouvir isso – não faça piadas grosseiras sobre a posição vulnerável de seus amigos. Comentários grosseiros do tipo “Eu doarei o esperma" ou "Tenha certeza de que o médico usará o seu esperma mesmo para a inseminação" não são engraçados, e apenas irritam seus amigos.
Não reclame da sua gravidez - Esta mensagem é para as mulheres grávidas – apenas estar ao seu redor já é muito doloroso para suas amigas inférteis. Ver sua barriga crescer é um lembrete constante do que sua amiga não pode ter. A não ser que a mulher com problemas de infertilidade planeje passar o resto de sua vida numa caverna, ela deve encontrar uma maneira de interagir com mulheres grávidas. Entretanto, há algumas coisas que você pode fazer como sua amiga para tornar as coisas mais fáceis.
A regra número um é NÃO RECLAME DA SUA GRAVIDEZ. De acordo com minhas amigas, quando você está grávida, seus hormônios ficam loucos e você passa por muitos desconfortos, tais como enjôos, estrias e fadiga. Você tem todo o direito de reclamar sobre os desconfortos para qualquer pessoa na sua vida, mas não coloque sua amiga infértil na posição de confortá-la.
Essa sua amiga daria qualquer coisa para passar pelos desconfortos que você está passando porque estes desconfortos vêm de um bebê crescendo dentro de você. Quando eu ouvia uma mulher grávida reclamar sobre os enjôos matinais, eu pensava, "Eu ficaria feliz em vomitar nove meses seguidos se isso significasse que eu iria ter um bebê”. Quando uma mulher grávida reclamava dos quilos a mais, eu pensava “Eu engordaria todos os quilos do mundo se pudesse estar no seu lugar”."
19 junho 2010
Dúvidas frequentes com relação a Vacina do Marido!
Por que existe tanta controvérsia no meio médico em relação à utilização da imunização com linfócitos do esposo? Alguns profissionais desconhecem o tratamento, outros não acreditam em sua eficácia. Qual a razão disso? Existem pesquisas científicas atestando a validade do tratamento?A imunoterapia tem base científica bem estabelecida. Nas décadas de 70 e 80, pesquisadores do mundo inteiro estavam interessados na interação materno-fetal. Dentre eles, destacaram-se Beer & Bilingham, este último Nobel na medicina por seus serviços. Esses dois autores descreveram os mecanismos de adaptação imunológica na gravidez em animais de experimentação e em seguida em humanos. A partir de observações da resposta imunológica de melhor aceitação dos transplantes em pessoas previamente submetidas a transfusões de sangue, propuseram-se a estudar se este efeito também ocorria na gravidez. Em 1980 nasceu o primeiro menino cuja mãe foi tratada por essa técnica, hoje um estudante de medicina, proposto pelo Dr. Beer. Em 1984, foi publicado o primeiro estudo randomizado duplo-cego com o tratamento imunológico em mulheres com aborto recorrente, demonstrando sua eficácia. Nos anos que se seguiram, vários outros estudos repetiram essas observações, alguns com resultados semelhantes e outros com resultados inferiores. Houve muito receio ainda pela epidemia da Aids para o uso de transfusões de sangue, em especial de doadores não aparentados. Em 1999 um grupo de médicos americanos publicou um estudo duplo cego que não confirmou os achados publicados em 84. Por questões políticas, o grupo que publicou esse artigo, omitiu o nome do Dr. Beer como um dos investigadores desse trabalho, o que gerou protestos pela postura inadequada daquelas pessoas. O projeto não seguiu o desenho de estudo proposto inicialmente, as mulheres não foram reavaliadas se haviam desenvolvido a resposta positiva no crossmatch e obviamente os resultados foram insatisfatórios. Depois disso, uma revisão dos trabalhos publicados até 2003 mostra que há mais doze publicações de vários países diferentes, atestando a eficácia do tratamento. Há controvérsia em quase todo tipo de tratamento médico. Alguns provocam mais ou menos alarde, dependendo de múltiplos fatores e interesses envolvidos. Toda nova modalidade terapêutica demora a ser incorporada na prática clínica e é preciso dar um tempo para que os profissionais incorporem a linguagem imunológica na sua atividade clínica. Foi assim com cirurgia, com a hormonioterapia e assim será sempre que algo novo surgir como novidade terapêutica.
Quantos profissionais no Brasil realizam o tratamento com as vacinas?
Hoje somos pelo menos dez médicos no Brasil a fazer o tratamento com vacinas. A cada dia mais centros de reprodução assistida estão utilizando a imunoterapia devido à melhora em seus resultados.
Por que é recomendado evitar a gravidez durante o tratamento? Alguns centros realizam a imunização somente durante a gravidez.
A finalidade é para a mulher engravidar somente quando tivermos certeza que passou a desencadear uma resposta imune de reconhecimento dos antígenos paternos.
Como a imunização com linfócitos pode ajudar os casais com falha de fertilização in vitro (FIV)?
Mulheres com falhas de implantação ciclos de FIV têm uma reação imune com tendência a produzir uma resposta do tipo 'agressora' (resposta Th1) e não 'protetora' (resposta Th2) em relação à gravidez. O crossmatch de pacientes que não engravidaram em ciclos de FIV em quase sua totalidade é negativo (elas não foram expostas aos antígenos de seus maridos depois da implantação). Trabalhos recentes demonstram que a imunização muda o padrão de resposta de 'agressora' para 'protetora' (de Th1 para Th2). Esse mesmo efeito se consegue com uso de imunoglobulina humana intravenosa, porém a um custo dez vezes maior.
Como avaliar se a paciente está respondendo ao tratamento? Um novo crossmatch é a única maneira ou há 'sinais' que podem ser percebidos
por ela?
Rotineiramente utilizamos o crossmatch para certificar a eficácia do tratamento, porém estudos investigam se a dosagem de substâncias Th1 e Th2 podem ajudar nessa avaliação de forma mais específica.
Quando são necessárias as doses de reforço?
A capacidade de responder a um estímulo imunológico depende de características individuais e da potência do estímulo em relação àquele indivíduo. As dificuldades imunológicas se estabelecem por maior semelhança imunológica entre os pares de casais. A maioria dos casais responde com uma seqüência de duas doses, outros necessitam de maior número de estímulos.
Por que é recomendada uma nova dose a cada três meses, se a mulher não engravidar? Este período de tempo não poderia ser maior?
Não há um dado específico que determine a cada quanto tempo se deve fazer um reforço. Este protocolo visa garantir que a mulher esteja com uma produção intensa de anticorpos enquanto tenta engravidar.
Quais os riscos do tratamento?
O material utilizado na produção das vacinas com leucócitos é feito apenas de células do sistema de defesa (neutrófilos e linfócitos). Essas células são destruídas e removidas do organismo receptor depois de um curto espaço de tempo (menos de seis semanas). Não há porque ter qualquer conseqüência futura que não o estímulo imunológico, em especial alterações do ponto de vista genético. Não se trata de transferência de material que iria modificar geneticamente o indivíduo receptor. Do ponto de vista imune as modificações que se induz são exatamente as mesmas que ocorrem em uma gravidez normal, em que a mulher é exposta aos antígenos de origem paterna através da placenta. Pode ocorrer limitação para futuros transplantes em que a mulher imunizada seria receptora de órgão de seu marido ou doador com o qual foi preparada a vacina Há que se ter atenção com a sensibilização para o fator RH. Sempre que a mulher tiver tipo sanguíneo RH negativo e o marido (ou o doador) for RH positivo ela deve receber uma vacina anti-RH (rhogam, matehrgan ou prartogama) em cada imunização com leucócitos. Cuidados devem ser tomados com a transmissão de doenças infecciosas, sendo feito um rastreamento prévio através de sorologias.
Existe algum risco da vacina para o bebê?
Há uma incidência de 3% a mais de baixo peso ao nascimento nas pacientes tratadas de alterações imunológicas, sejam autoimunes (tratadas com medicações) ou aloimunes (tratadas com as vacinas). Existe ainda um risco de trabalho de parto prematuro entre as mulheres tratadas, mas devido à patologia imunológica e não ao tratamento com as vacinas.
Fonte: Centro de Pesquisas Vidas
06 junho 2010
O que é Imunologia da Reprodução?
A Imunologia da Reprodução é uma área dentro da Reprodução Humana que surgiu para tentar desvendar os mecanismos de implantação embrionária. O principal objetivo dessa especialidade é explicar porque a mãe não rejeita seu filho, já que ele é um ser totalmente estranho. A Imunologia da Reprodução possui estreita relação com eventos obstétricos adversos como: abortos, partos prematuros, óbitos fetais, quadros de pré-eclampsia e outros.
Imunoterapia
Os mecanismos imunológicos da reprodução humana são bastante complexos e objetivo de muitas pesquisas. A pergunta que sempre intrigou os estudiosos é: “Por que o embrião, um ser estranho à mãe, não é rejeitado por o sistema de defesa materno?”
O embrião é considerado um “corpo estranho” para o sistema de defesa (sistema imunológico) da mãe, por apresentar em sua superfície antígenos (fragmentos) de origem paterna. Durante o seu processo de implantação normal, os antígenos de origem paterna enviam sinais ao sistema imune da mãe, sendo reconhecidos por células de defesa presentes na camada interna do útero (endométrio). Essas células desenvolvem mecanismos que “camuflam” (escondem) o embrião das células de ataque do sistema imune da mãe, em especial as Células Natural Killer (NK) - células assassinas.
Esse processo é essencial para o sucesso da gravidez. Na implantação embrionária normal, as Células NK mantém um nível de atividade adequado, criando um ambiente favorável à proteção do embrião, caracterizado pela presença de anticorpos protetores e resposta imune TH2.
Devido à falta de reconhecimento embrionário por parte das células maternas, mulheres com quadro de aborto recorrente ou falhas de implantação desenvolvem uma resposta imune agressora, contra os antígenos paternos estranhos à mãe. Esse quadro, observado em casais com compatibilidade HLA, é caracterizado pela ausência de anticorpos bloqueadores, hiperatividade das Células NK e resposta imune TH1.
Atualmente, através de técnicas modernas de diagnóstico, é possível determinar quais casais apresentam essa inadequação imunológica. Casais com tais distúrbios podem ser submetidos a tratamentos imunes com o objetivo de restabelecer o ambiente favorável à implantação embrionária.
Fonte: site da www.imunorepro.med.br
- Introdução
- Imunoterapia
Aprendendo sobre Imunoglobina Humana Endovenosa
Imunoglobulina Humana EndovenosaO processo de implantação embrionária é regido por um balanço entre substâncias “protetoras” (interleucinas TH2) e “agressoras” (interleucinas TH1) secretadas pelas células de defesa materna, que exercem entre outros efeitos o controle da atividade das células Natural Killer (NK) da decídua (nome que o endométrio assume durante a gravidez).
Pacientes com falhas de implantação ou com história de abortos repetidos apresentam um desvio desse mecanismo, predominando substâncias “agressoras”, que induzem a uma hiperatividade das células NK.
Diferentes modalidades terapêuticas podem controlar esse equilíbrio entre substâncias “protetoras” e “agressoras”, destacam-se: imunização com linfócitos e infusão de imunoglobulina humana endovenosa.
A Imunoglobulina Humana endovenosa é a terapia indicada para as pacientes com hiperatividade das células NK. A Imunoglobulina Humana é um hemoderivado preparado a partir de sangue de vários doadores, através de um processo bastante sofisticado para diminuir a chance de transmissão de doenças infecciosas. Possui diversas apresentações e deve ser conservada a uma temperatura entre 4o C e 25o C. Um fator limitante em seu uso é o custo elevado.
Para que se possam ter ótimos resultados é necessário iniciar o uso da Imunoglobulina antes mesmo do período ovulatório ou da transferência embrionária (em ciclos de FIV). Realizam-se as infusões nas seguintes datas: no sexto dia do ciclo de indução, com o teste de gravidez positivo e a cada três semanas até a 12ª semana de gestação.
A Imunoglobulina Humana endovenosa é também indicada para as pacientes com síndrome antifosfolípide e tiveram falhas de tratamento, com uso de heparina ou pacientes com alterações autoimunes.
Cerca de 15% das pacientes podem apresentar reações adversas durante a infusão da imunoglobulina, geralmente na primeira hora. As principais queixas relatadas são: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, calafrios, taquicardia e cefaléia.
Vários mecanismos de ação são sugeridos para a Imunoglobulina Humana Endovenosa. Recentemente, houve um crescimento de indicações do uso de Imunoglobulina Humana Endovenosa. É necessário obedecer a protocolos rigorosos para a sua indicação.
Fonte: site da www.imunorepro.med.br
24 maio 2010
Informações sobre a "Vacina do Marido"...
No post abaixo eu escrevi que ainda estamos avaliando se faremos ou não a Vacina do Marido nesta tentativa... achei melhor então esclarecer o porque de nossa dúvida quanto ao procedimento. Bom, esta vacina é usada quando se tem histórico de aborto recorrente e esse não é o nosso caso... durante estes sete anos de busca abortei apenas uma vez, que foi no ano de 2003... no restante de nossas tentativas não tive mais nenhum resultado positivo, portanto nenhuma gravidez. Abaixo coloco alguns links bastante escalrecedores sobre a Vacina do Marido.- O Pai da Criança - Dr. Ricardo Barini
- Vacina do Marido, a receita da Unicamp contra aborto espontâneo
- Site Imunorepro - Dr. Marcelo Cavalcante
POR QUE É CHAMADA DE VACINA DO MARIDO?
Porque consiste na coleta de 80 mililitros de sangue do marido. No mesmo dia esse material é fracionado, retirando-se os linfócitos (células brancas do sangue envolvidas no sistema de defesa do organismo) e descartando-se as hemácias (células vermelhas). Os linfócitos são lavados, colocados em soro fisiológico e injetados na mulher por via intradérmica, no braço. É como se ela tomasse uma injeção. Por isso é chamada de vacina do marido.
COMO ELA FUNCIONA?
Aplicamos duas doses do imunizante, com intervalo de dois meses, e confirmamos com exames se a paciente já respondeu ao tratamento. Existe uma prova, chamada cruzada (Crossmatch), que verifica se a paciente já consegue reconhecer o marido imunologicamente. Se o resultado for negativo, ela receberá mais três doses e irá refazer o exame. Se ainda assim estiver negativo, ela irá receber uma vacina do marido e de um doador não aparentado para que esse doador drible o sistema imune da mulher. Durante a gravidez, ela tomará mais quatro doses de reforço para manter a produção dos anticorpos elevados e, assim, ter uma gestação segura.
COMO O PRODUTO ATUA NO CORPO DA MULHER?
A vacina estimula a produção de um anticorpo chamado de bloqueador. Esse anticorpo regula o sistema imune da mulher e o prepara para a aceitação da gravidez. Ele se liga a células NK (natural killers, ou assassinas naturais, as células reguladoras do nosso organismo) e passa uma informação de que o que está se desenvolvendo dentro do útero é uma gravidez e não agressão ao corpo da mulher.
HÁ CONTRA-INDICAÇÕES?
Sim. Quando o parceiro é portador de uma doença transmissível pelo sangue, como a hepatite B ou C e HIV/Aids.
Espero ter ajudado neste assunto!!!








