24 junho 2010

Efeitos da Vacina após 24h

Bom, a Dra Raquel me disse que quanto mais reação a vacina apresentar, melhor será o resultado... aqui estou eu para mostrar como está o local da aplicação da vacina com os linfócitos do Giovani depois de 24h... o local está um pouco inchado, dolorido e com vermelhidão... espero que tudo esteja correndo bem... ahhhh e VIVA SÃO JOÃO... afinal agora estou morando em terras recifenses... rsrsrs

Fotos do meu braço mostrando a reação após 24h!!!

Até mais!!!

23 junho 2010

1ª dose da Vacina do Marido...

Começamos hoje com a nossa Vacina do Marido... acordamos cedo e fomos ao Laborátorio Vidas para recolher o sangue do Giovani... foram 9 tubos... tadinho aguentou firme!!!... saímos, fizemos umas compras e às 11h:30min voltamos para eu tomar a minha primeira dose da vacina... fui com muito medo pois eu imaginava que pudesse sentir uma dor incontrolável... mas não foi bem assim... a vacina é aplicada logo embaixo da pele do braço em três lugares... a dor me lembrou muito a de uma picada de maribondo ou abelha... no local aparece uma reação alérgica que deixa a pele vermelha e um pouco inchada... a Dra Raquel me disse que, quanto mais sintomas melhor o resultado... confesso que agora estou achando tudo muito tranquilo... espero que tudo dê certo... afinal é muito triste sonhar com algo que não alcançamos por mais que desejamos de todo o nosso coração!!!

Giovani tirando sangue!!! Aguenta firme Amor!!!
Primeira dose da vacina... ai como dói!!!... rsrsrs

Laboratório vidas!!!
Rua Frei Matias Tevis, 280 - Sala 113 - Empresarial Albert Einstein - Ilha do Leite -Recife/PE

Próxima vacina daqui há um mês!!!... Senhor estou aos seus pés novamente!!!

19 junho 2010

Dúvidas frequentes com relação a Vacina do Marido!

Por que existe tanta controvérsia no meio médico em relação à utilização da imunização com linfócitos do esposo? Alguns profissionais desconhecem o tratamento, outros não acreditam em sua eficácia. Qual a razão disso? Existem pesquisas científicas atestando a validade do tratamento?
A imunoterapia tem base científica bem estabelecida. Nas décadas de 70 e 80, pesquisadores do mundo inteiro estavam interessados na interação materno-fetal. Dentre eles, destacaram-se Beer & Bilingham, este último Nobel na medicina por seus serviços. Esses dois autores descreveram os mecanismos de adaptação imunológica na gravidez em animais de experimentação e em seguida em humanos. A partir de observações da resposta imunológica de melhor aceitação dos transplantes em pessoas previamente submetidas a transfusões de sangue, propuseram-se a estudar se este efeito também ocorria na gravidez. Em 1980 nasceu o primeiro menino cuja mãe foi tratada por essa técnica, hoje um estudante de medicina, proposto pelo Dr. Beer. Em 1984, foi publicado o primeiro estudo randomizado duplo-cego com o tratamento imunológico em mulheres com aborto recorrente, demonstrando sua eficácia. Nos anos que se seguiram, vários outros estudos repetiram essas observações, alguns com resultados semelhantes e outros com resultados inferiores. Houve muito receio ainda pela epidemia da Aids para o uso de transfusões de sangue, em especial de doadores não aparentados. Em 1999 um grupo de médicos americanos publicou um estudo duplo cego que não confirmou os achados publicados em 84. Por questões políticas, o grupo que publicou esse artigo, omitiu o nome do Dr. Beer como um dos investigadores desse trabalho, o que gerou protestos pela postura inadequada daquelas pessoas. O projeto não seguiu o desenho de estudo proposto inicialmente, as mulheres não foram reavaliadas se haviam desenvolvido a resposta positiva no crossmatch e obviamente os resultados foram insatisfatórios. Depois disso, uma revisão dos trabalhos publicados até 2003 mostra que há mais doze publicações de vários países diferentes, atestando a eficácia do tratamento. Há controvérsia em quase todo tipo de tratamento médico. Alguns provocam mais ou menos alarde, dependendo de múltiplos fatores e interesses envolvidos. Toda nova modalidade terapêutica demora a ser incorporada na prática clínica e é preciso dar um tempo para que os profissionais incorporem a linguagem imunológica na sua atividade clínica. Foi assim com cirurgia, com a hormonioterapia e assim será sempre que algo novo surgir como novidade terapêutica.

Quantos profissionais no Brasil realizam o tratamento com as vacinas?
Hoje somos pelo menos dez médicos no Brasil a fazer o tratamento com vacinas. A cada dia mais centros de reprodução assistida estão utilizando a imunoterapia devido à melhora em seus resultados.

Por que é recomendado evitar a gravidez durante o tratamento? Alguns centros realizam a imunização somente durante a gravidez.
A finalidade é para a mulher engravidar somente quando tivermos certeza que passou a desencadear uma resposta imune de reconhecimento dos antígenos paternos.

Como a imunização com linfócitos pode ajudar os casais com falha de fertilização in vitro (FIV)?
Mulheres com falhas de implantação ciclos de FIV têm uma reação imune com tendência a produzir uma resposta do tipo 'agressora' (resposta Th1) e não 'protetora' (resposta Th2) em relação à gravidez. O crossmatch de pacientes que não engravidaram em ciclos de FIV em quase sua totalidade é negativo (elas não foram expostas aos antígenos de seus maridos depois da implantação). Trabalhos recentes demonstram que a imunização muda o padrão de resposta de 'agressora' para 'protetora' (de Th1 para Th2). Esse mesmo efeito se consegue com uso de imunoglobulina humana intravenosa, porém a um custo dez vezes maior.

Como avaliar se a paciente está respondendo ao tratamento? Um novo crossmatch é a única maneira ou há 'sinais' que podem ser percebidos
por ela?

Rotineiramente utilizamos o crossmatch para certificar a eficácia do tratamento, porém estudos investigam se a dosagem de substâncias Th1 e Th2 podem ajudar nessa avaliação de forma mais específica.

Quando são necessárias as doses de reforço?
A capacidade de responder a um estímulo imunológico depende de características individuais e da potência do estímulo em relação àquele indivíduo. As dificuldades imunológicas se estabelecem por maior semelhança imunológica entre os pares de casais. A maioria dos casais responde com uma seqüência de duas doses, outros necessitam de maior número de estímulos.

Por que é recomendada uma nova dose a cada três meses, se a mulher não engravidar? Este período de tempo não poderia ser maior?
Não há um dado específico que determine a cada quanto tempo se deve fazer um reforço. Este protocolo visa garantir que a mulher esteja com uma produção intensa de anticorpos enquanto tenta engravidar.

Quais os riscos do tratamento?
O material utilizado na produção das vacinas com leucócitos é feito apenas de células do sistema de defesa (neutrófilos e linfócitos). Essas células são destruídas e removidas do organismo receptor depois de um curto espaço de tempo (menos de seis semanas). Não há porque ter qualquer conseqüência futura que não o estímulo imunológico, em especial alterações do ponto de vista genético. Não se trata de transferência de material que iria modificar geneticamente o indivíduo receptor. Do ponto de vista imune as modificações que se induz são exatamente as mesmas que ocorrem em uma gravidez normal, em que a mulher é exposta aos antígenos de origem paterna através da placenta. Pode ocorrer limitação para futuros transplantes em que a mulher imunizada seria receptora de órgão de seu marido ou doador com o qual foi preparada a vacina Há que se ter atenção com a sensibilização para o fator RH. Sempre que a mulher tiver tipo sanguíneo RH negativo e o marido (ou o doador) for RH positivo ela deve receber uma vacina anti-RH (rhogam, matehrgan ou prartogama) em cada imunização com leucócitos. Cuidados devem ser tomados com a transmissão de doenças infecciosas, sendo feito um rastreamento prévio através de sorologias.

Existe algum risco da vacina para o bebê?
Há uma incidência de 3% a mais de baixo peso ao nascimento nas pacientes tratadas de alterações imunológicas, sejam autoimunes (tratadas com medicações) ou aloimunes (tratadas com as vacinas). Existe ainda um risco de trabalho de parto prematuro entre as mulheres tratadas, mas devido à patologia imunológica e não ao tratamento com as vacinas.

Fonte: Centro de Pesquisas Vidas

Embriões congelados pode ser uma boa alternativa!!

Li uma reportagem no site do Terra Notícias que me deixou ainda mais animada com a próxima transferência, que será com embriões congelados... trata-se de uma matéria da BBC Brasil com todos os direitos reservados e com reprodução proibida... acho muito chato não podermos re-transmitir coisas tão importantes que muito podem nos ajudar em nossa busca, então vou repassá-la a vocês com minhas palavras

Na Dinamarca foi realizado um estudo que "sugere" que embriões congelados são melhores para os resultados de uma FIV. Cientistas deste projeto descobriram que embriões que passam pelo processo de congelamento e descongelamento em geral geram bebês com um peso maior do que os bebês gerados naturalmente. Identificou-se também que não há aumento no risco de má formação congênita.

Durante a conferência da Sociedade Européia para Reprodução Humana e Embriologia, em Barcelona, os especialistas desta área afirmaram que este resultado deve-se ao fato de que os embriões congelados são de melhor qualidade, uma vez que estes sobrevivem ao processo de congelamento e descongelamento, portanto geram bebês mais saudáveis.

A opção de congelar os embriões, permite aos casais ter várias possibilidades de ciclos de fertilização a partir de uma única coleta de óvulos. Esta decisão gera um maior conforto para a mulher, uma vez que não será mais necessário passar pelo processo de medicação para a indução da ovulação que além de caro é estressante.

Mais uma luzinha se acende no fim do túnel... lá vou eu em busca do meu "picolézinho"... rsrsrs

Leia a matéria na íntegra aqui - Terra Notícias

17 junho 2010

Começando os preparativos para a 2ª transferência!

Esta semana marcamos um procedimento que será um "up" nesta tentativa... a Vacina do Marido... estamos muito esperançosos em nosso positivo e apostando algumas fichas para torná-lo o mais próximo possível da realização de nosso sonho! Ter um bebê!!!

Retornamos a Dra Madalena com a nossa decisão de tomar a Vacina do Marido... não temos certeza do seu benefício mas de uma coisa sabemos... malefícios não há... então não custa tentar... na verdade custa caro... mas vale muito a pena e uma vez na chuva porque não se molhar, não é???!!!... rsrs

Marcamos para fazer a primeira dose da Vacina do Marido na próxima quarta... estaremos realizando a segunda dose depois de três semanas... após estas duas doses realizaremos o cross match... o resultado sendo positivo estarei pronta para tentar novamente!

Saiba um pouco mais sobre o exame de Cross Match no post abaixo!

Bom é isso... volto na quarta com noticias!!!

10 junho 2010

Por que a FIV pode falhar!

Para muitos casais que passam por tratamentos de infertilidade, a FIV representa a última esperança para conseguir um filho. Muitos já passaram por outras tentativas sem sucesso de tratamentos de menor complexidade como o Coito Programado e a Inseminação Artificial, e, por isso, é muito frustrante para eles que depositaram todas as suas expectativas neste tratamento, ver que todos os esforços foram em vão. Tempo perdido, disciplina nos horários, injeções, ultra-som, dinheiro gasto, expectativa, ansiedade - a vida parou neste período - e não deu certo!!! Uma pergunta comum após o teste negativo é: Por que o embrião ou os embriões transferidos para o útero não implantaram? A resposta geralmente não é simples, mas algumas hipóteses devem ser avaliadas pois podem ajudar a esclarecer problemas menos freqüentes que ainda não foram pesquisados, mas ao serem diagnosticados poderão aumentar as chances nos tratamentos futuros. As causas do insucesso podem ser problemas com os embriões, útero-endométrio, endometriose e problemas imunológico.

Embriões
Um problema comum são as eventuais alterações cromossômicas do embrião que impedem a implantação, principalmente em mulheres com mais de 40 anos. Mesmo quando eles têm um aspecto próximo a perfeição no dia da transferência. Isto não significa que este será um problema repetitivo em todos os tratamentos, mas esta possibilidade deve ser considerada para se compreender que pode ter havido uma seleção natural do organismo materno que impediu a implantação do embrião não-saudável.

Outro problema é a espessura aumentada da zona pelúcida que é a membrana que envolve o embrião e que nestas condições atrapalha a implantação. Para este problema utiliza-se o "Assisted Hatching" um procedimento realizado pelo laser, que faz pequenas aberturas nesta camada ajudando na implantação. Esta técnica pode ser também utilizada em embriões fragmentados, retirando os fragmentos e melhorando seu potencial de implantação.

Útero-Endométrio
Normalmente a avaliação da cavidade uterina é feita antes dos programas de Fertilização in vitro, mas caso ainda não tenha sido feita, esta investigação poderá ajudar a afastar alterações como pólipos, miomas ou aderências que podem impedir a implantação dos embriões. O melhor exame para esta investigação é a videohisteroscopia (visibilização da cavidade uterina por um endoscópio) que além de diagnosticar as alterações citadas, pode identificar processos inflamatórios (endometrite) não reconhecidos em outros exames comuns. A biópsia do endométrio pode concluir esta hipótese e o tratamento com antibióticos resolverá o problema. Outro problema é a ausência de algumas proteinas no endométrio que facilitam a implantação dos embriões. As pacientes que tiveram endométrio fino durante a indução da ovulação, nas tentativas anteriores, poderão ser beneficiadas com o uso do hormônio estradiol, aspirina e outras drogas vasodilatadoras. Outras avaliações do endométrio poderão ser feitas num futuro próximo.

A dificuldade na transferência dos embriões muitas vezes causa traumas no endométrio e atrapalha a implantação do embrião, principalmente quando este ato for acompanhado de dor. A videohisteroscopia com a dilatação do colo ou simplesmente a dilatação do colo uterino isolada beneficia a próxima tentativa que, preferencialmente, deverá ser realizada com sedação. A transferência embrionária sob a visão do ultra-som traz benefícios ainda maiores, pois permite ao médico observar o trajeto do catéter em direção a cavidade uterina, bem como mostrar ao casal a localização exata da colocação dos embriões.

Endometriose
A associação da endometriose com a fertilidade tem sido alvo de discussão há muitos anos. Os debates em torno das proporções com que esta doença afeta a capacidade da mulher em ter filhos têm causado, por muitas vezes, um "vai e vem" nas condutas e tratamentos médicos. Todos os tipos e graus de endometriose podem influenciar a fertilidade, entretanto, freqüentemente o diagnóstico não é tão evidente e fica como última opção na pesquisa, entre outras causas de infertilidade. Em alguns casos esta demora pode ser causada pela inexistência de sintomas, ausência das queixas clínicas e falta de evidências laboratoriais dos exames de sangue e ultra-som endovaginal. Muitas vezes somente após passar um certo período, onde foram realizados tratamentos sem sucesso, é indicada a videolaparoscopia, que conclui o diagnóstico. A espera por este esclarecimento atrasa a concepção e prolonga o sofrimento do casal. A endometriose pode atrapalhar o resultado de gravidez mesmo nos programas de Fertilização In Vitro e por isto após a falha destes tratamentos esta possibilidade de diagnóstico deve ser avaliada, mesmo na ausência de sintomas.

Sistema imunológico
Os problemas imunológicos tem sido responsabilizados por alguns casos de insucesso na Fertilização In Vitro e abortos de repetição. Alguns autores acreditam que muitos casos de falha são, na verdade, abortos muito precoces que, após um período curto de implantação embrionária, que não chega a ser detectado nos testes de gravidez, não evoluem e são eliminados. Existem controvérsias a respeito deste tema, mas os resultados positivos após a terapia com vacinas têm nos encorajado a prosseguir este tratamento que deve ser indicado em situações especiais.

Cross Match: para que se entenda este exame é necessária a compreensão de que todo o ser humano possui a capacidade de rejeitar corpos estranhos e o embrião pode ser considerado como tal, pois traz com ele o DNA paterno que é estranho ao organismo materno. Entretanto, em condições normais, o organismo da mãe deve produzir um "anticorpo protetor" - chamada fração HLA-G - que protege o embrião contra este "ataque imunológico" e impede esta rejeição. Quando este “anticorpo de proteção” não é formado, os mecanismos de agressão imunológica seguem o seu caminho natural impedindo a gravidez ou mais tarde provocando o aborto. Esta imunização é realizada com o sangue paterno de onde são separadas as células brancas (linfócitos), também conhecida como vacina do marido. Após mais de 4 anos de estatística e experiência com pacientes, concluí-se que 3 aplicações de ILP com intervalos médios de 3 semanas são suficientes para sensibilizar a grande maioria das pacientes, e em torno de 30% dos casos necessitam de mais uma dose de reforço. Uma vez imunizada, a paciente permanece por volta de 6 meses sem a necessidade de novo tratamento, possibilitando assim durante esse período engravidar espontaneamente ou por métodos de fertilização caso seja necessário (fonte: RDO - Diagnóstico Médico).

Existem outros exames que avaliam fatores imunológicos e, junto com este grupo de exames, estão as trombofilias. São doenças pouco freqüentes e que provocam alterações de coagulação do sangue. Estas alterações não são detectadas em exames de sangue comuns, e quando existem, aumentam a chance de formar coágulos sangüíneos e causar tromboses mínimas capazes de impedir a implantação do embrião ou provocar abortos.

A presença destas alterações no sangue das mulheres sugere causas imunológicas ou trombofilias. Os tratamentos variam de uma simples aspirina infantil até medicamentos mais sofisticados como a heparina, corticóides e imunoglobulina injetável.

É fundamental salientar que esta tecnologia não representa garantia no sucesso para a obtenção da gestação e sim uma nova alternativa para aqueles que até o momento não tiveram sucesso em tratamentos anteriores.

Clique neste link para ver a matéria completa: "Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia"

08 junho 2010

A importância do Ácido Fólico em uma gestação!

Há muitos anos eu sei que o ácido fólico e o planejamento de uma gravidez andam de mãos dadas para uma boa formação do feto... mas recentemente pude perceber que ainda existem muitas mulheres que desconhecem a real necessidade deste complemento vitamínico que por muito pouco podemos adquirir em uma farmácia.

O folato ou ácido fólico é um derivado da vitamina B9 que é uma vitamina essencial para a síntese de DNA e sua necessidade está aumentada na gestação, uma vez que tem um papel importante no aumento de substância como as células de defesa, na formação da placenta, no crescimento do útero e também do feto. A deficiência de folato pode causar defeitos do tubo neural do feto. O tubo neural é a estrutura embrionária que dará origem ao cérebro e à medula espinhal. Os médicos não aconselham engravidar com o nível desta vitamina abaixo do normal. Pesquisas recentes indicaram que uma suplementação alimentar tomada no período pré-gestacional e até que se completem 12 semanas de gravidez diminui o risco de malformação do sistema nervoso do bebê. No homem, carência desta vitamina provoca uma anemia e pode às vezes conduzir a anorexia ou depressão.

Onde encontrar ácido fólico na natureza:
São encontrados numa grande variedade de alimentos. As fontes mais ricas são fígado, vegetais de folha verde escura, feijão, gérmen de trigo e a levedura. Outras fontes são a gema de ovo, o linho, o sumo de laranja e o pão de trigo integral.

Concentração de ácido fólico nos alimentos:
Alta Concentração (de 100 a 200 microgramas/100 g): espinafre, chicória, melão, sementes (nozes, castanha, ervilha), queijos refinados...
Media concentração (20 a 100 microgramas /100g): outros legumes (alface, endivia, couves, alho-porro, alcachofra), feijão verde, pequenas ervilhas, aspargos, beterragas, abobrinha, lentilhas, abacate, cenouras, tomates, cebola, abóbora, milho, pimenta, cítricos, banana, kiwi, frutas vermelhas, tâmaras, figos, ovos, outros queijos, paes...
Fraca concentração (5 a 20 microgramas/100g): pepino, aipo, berinjela, cogumelos, azeitonas, batatas, arroz, massas, laticínios frescos, carnes, peixes, maças, pêras, ameixas, pescados...

Fonte: Internet

Oração da Serenidade!

"Concedei-me Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que eu não posso modificar, coragem para modificar aquelas que eu posso, e sabedoria para distinguir uma das outras."

Seja feita a Tua vontade em nossas vidas... Amém!!!

07 junho 2010

Oração para ter Fertilidade!

Oração Pela Graça da Paternidade e da Maternidade através de Maria.

Mãe da Vida, Mãe da Luz que a todos conduz. Mãe dos homens, Senhora da Natividade fazei propícia minha oração a Vosso Filho e Senhor Nosso Jesus Cristo. Intercedei ó Boa Mãe por nós que pedimos a Deus pela graça da paternidade e da maternidade. Reconhecemos Senhor que só Tu és doador da vida, pois é o Senhor dela e pedimos que em sua infinita bondade tome nossos corpos, homem e mulher, como instrumentos da multiplicação da vida sobre a Terra. Senhor, tu dissestes: “Crescei e multiplicai-vos”. Concedi-nos Senhor sermos dignos da vossa palavra e que ela se cumpra entre nós. Amém!

Repita esta frase e veja como Deus se move:
“Senhor, eu te amo e necessito de Ti. Estás no meu coração. Abençoa a minha família, a minha casa, as minhas finanças, a minha vontade louca de ser mamãe, o meu trabalho e meus amigos em nome de Jesus, Amém.”

06 junho 2010

Dúvidas o que fazer???

Tivemos duas consultas semana passada e agora estamos com mais dúvidas ainda do que vamos fazer para tentar ajudar em um resultado positivo... estamos programando nossa segunda transferência para o mês de julho... já havíamos decidido que faríamos a histeroscopia diagnóstica e acrescentaríamos a Clexane à medicação... havíamos decidido também que deixaríamos a vacina do marido como última tentativa uma vez que teríamos uma terceira transferência em virtude do número de embriões congelados... bom parecia tudo resolvido porém uma nova informação mudou tudo e realmente não sabemos o que fazer... ficamos sabendo que existe uma vacina chamada imunoglobina humana que também pode ajudar em um resultado positivo... ótima notícia... sem dúvida!!!... mas veja bem, precisaremos mudar todas nossas decisões para podermos aproveitar bem nossas duas transferências restantes... Estas mudanças estão acontecendo contra nossa vontade, mas acredito que seja uma conspiração divina, estamos avaliando a possibilidade de realizarmos a vacina do marido nesta transferência e aí sim deixar como última tentativa a vacina de imunoglobina humana... mais uma vez vamos entregar a Deus todo este momento... nosso grande sonho está em jogo... mas precisamos confessar que nossas previsões financeira já andam a largos passos da que imaginávamos... ainda bem que estamos preparados para este momento... mas aí vai uma dica que já dei anteriormente e que agora quero reforçar... uma FIV é cara sem dúvida mas com um bom planejamento financeiro tudo dará certo!

O que é Imunologia da Reprodução?

Introdução

A Imunologia da Reprodução é uma área dentro da Reprodução Humana que surgiu para tentar desvendar os mecanismos de implantação embrionária. O principal objetivo dessa especialidade é explicar porque a mãe não rejeita seu filho, já que ele é um ser totalmente estranho. A Imunologia da Reprodução possui estreita relação com eventos obstétricos adversos como: abortos, partos prematuros, óbitos fetais, quadros de pré-eclampsia e outros.

Imunoterapia

Os mecanismos imunológicos da reprodução humana são bastante complexos e objetivo de muitas pesquisas. A pergunta que sempre intrigou os estudiosos é: “Por que o embrião, um ser estranho à mãe, não é rejeitado por o sistema de defesa materno?”

O embrião é considerado um “corpo estranho” para o sistema de defesa (sistema imunológico) da mãe, por apresentar em sua superfície antígenos (fragmentos) de origem paterna. Durante o seu processo de implantação normal, os antígenos de origem paterna enviam sinais ao sistema imune da mãe, sendo reconhecidos por células de defesa presentes na camada interna do útero (endométrio). Essas células desenvolvem mecanismos que “camuflam” (escondem) o embrião das células de ataque do sistema imune da mãe, em especial as Células Natural Killer (NK) - células assassinas.

Esse processo é essencial para o sucesso da gravidez. Na implantação embrionária normal, as Células NK mantém um nível de atividade adequado, criando um ambiente favorável à proteção do embrião, caracterizado pela presença de anticorpos protetores e resposta imune TH2.

Devido à falta de reconhecimento embrionário por parte das células maternas, mulheres com quadro de aborto recorrente ou falhas de implantação desenvolvem uma resposta imune agressora, contra os antígenos paternos estranhos à mãe. Esse quadro, observado em casais com compatibilidade HLA, é caracterizado pela ausência de anticorpos bloqueadores, hiperatividade das Células NK e resposta imune TH1.

Atualmente, através de técnicas modernas de diagnóstico, é possível determinar quais casais apresentam essa inadequação imunológica. Casais com tais distúrbios podem ser submetidos a tratamentos imunes com o objetivo de restabelecer o ambiente favorável à implantação embrionária.

Fonte: site da www.imunorepro.med.br
- Introdução
- Imunoterapia

Aprendendo sobre Imunoglobina Humana Endovenosa

Imunoglobulina Humana Endovenosa

O processo de implantação embrionária é regido por um balanço entre substâncias “protetoras” (interleucinas TH2) e “agressoras” (interleucinas TH1) secretadas pelas células de defesa materna, que exercem entre outros efeitos o controle da atividade das células Natural Killer (NK) da decídua (nome que o endométrio assume durante a gravidez).

Pacientes com falhas de implantação ou com história de abortos repetidos apresentam um desvio desse mecanismo, predominando substâncias “agressoras”, que induzem a uma hiperatividade das células NK.

Diferentes modalidades terapêuticas podem controlar esse equilíbrio entre substâncias “protetoras” e “agressoras”, destacam-se: imunização com linfócitos e infusão de imunoglobulina humana endovenosa.

A Imunoglobulina Humana endovenosa é a terapia indicada para as pacientes com hiperatividade das células NK. A Imunoglobulina Humana é um hemoderivado preparado a partir de sangue de vários doadores, através de um processo bastante sofisticado para diminuir a chance de transmissão de doenças infecciosas. Possui diversas apresentações e deve ser conservada a uma temperatura entre 4o C e 25o C. Um fator limitante em seu uso é o custo elevado.

Para que se possam ter ótimos resultados é necessário iniciar o uso da Imunoglobulina antes mesmo do período ovulatório ou da transferência embrionária (em ciclos de FIV). Realizam-se as infusões nas seguintes datas: no sexto dia do ciclo de indução, com o teste de gravidez positivo e a cada três semanas até a 12ª semana de gestação.

A Imunoglobulina Humana endovenosa é também indicada para as pacientes com síndrome antifosfolípide e tiveram falhas de tratamento, com uso de heparina ou pacientes com alterações autoimunes.

Cerca de 15% das pacientes podem apresentar reações adversas durante a infusão da imunoglobulina, geralmente na primeira hora. As principais queixas relatadas são: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, calafrios, taquicardia e cefaléia.

Vários mecanismos de ação são sugeridos para a Imunoglobulina Humana Endovenosa. Recentemente, houve um crescimento de indicações do uso de Imunoglobulina Humana Endovenosa. É necessário obedecer a protocolos rigorosos para a sua indicação.

Fonte: site da www.imunorepro.med.br
 
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